Governadora destaca influência política do ex-presidente e afirma estar disponível para ajudar na mobilização feminina

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou que a ausência de Jair Bolsonaro é sentida pelos integrantes da direita brasileira.
Na avaliação da governadora, o ex-presidente possui uma capacidade de mobilização difícil de ser substituída por outras lideranças políticas.
Celina descreveu Bolsonaro como um político “magnético” e disse que sua maneira simples de se relacionar com as pessoas contribuiu para construir uma conexão forte com os eleitores.
“O presidente faz muita falta”, declarou durante a entrevista.
Ao comentar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, Celina reconheceu que a equipe ainda passa por um período de organização. Ela, no entanto, rejeitou a ideia de assumir informalmente a orientação estratégica da candidatura.
A governadora afirmou que Flávio possui profissionais contratados e que o grupo deverá encontrar uma direção mais clara conforme a campanha avançar.
Segundo Celina, uma candidatura presidencial enfrenta pressões intensas, disputas internas e ataques frequentes. Para ela, o grupo político deverá ampliar sua unidade gradualmente.
Celina destacou a entrada de mulheres na equipe de Flávio e afirmou estar disponível para colaborar principalmente na mobilização do eleitorado feminino.
Ela disse não pretender atuar como uma espécie de “marqueteira paralela”, mas poderá contribuir quando for procurada pela campanha.
A governadora também ressaltou o papel de Michelle Bolsonaro e de outras lideranças femininas na organização do campo conservador.
Segundo Celina, Michelle percorreu diferentes regiões do país, fortaleceu diretórios femininos do PL e ajudou a preparar mulheres para disputar cargos eletivos.
Para a governadora, a participação dessas lideranças poderá compensar parte da ausência de Jair Bolsonaro e ajudar na construção de uma campanha com maior presença feminina.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou que a ausência de Jair Bolsonaro é sentida pelos integrantes da direita brasileira.
Na avaliação da governadora, o ex-presidente possui uma capacidade de mobilização difícil de ser substituída por outras lideranças políticas.
Celina descreveu Bolsonaro como um político “magnético” e disse que sua maneira simples de se relacionar com as pessoas contribuiu para construir uma conexão forte com os eleitores.
“O presidente faz muita falta”, declarou durante a entrevista.
Ao comentar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, Celina reconheceu que a equipe ainda passa por um período de organização. Ela, no entanto, rejeitou a ideia de assumir informalmente a orientação estratégica da candidatura.
A governadora afirmou que Flávio possui profissionais contratados e que o grupo deverá encontrar uma direção mais clara conforme a campanha avançar.
Segundo Celina, uma candidatura presidencial enfrenta pressões intensas, disputas internas e ataques frequentes. Para ela, o grupo político deverá ampliar sua unidade gradualmente.
Celina destacou a entrada de mulheres na equipe de Flávio e afirmou estar disponível para colaborar principalmente na mobilização do eleitorado feminino.
Ela disse não pretender atuar como uma espécie de “marqueteira paralela”, mas poderá contribuir quando for procurada pela campanha.
A governadora também ressaltou o papel de Michelle Bolsonaro e de outras lideranças femininas na organização do campo conservador.
Segundo Celina, Michelle percorreu diferentes regiões do país, fortaleceu diretórios femininos do PL e ajudou a preparar mulheres para disputar cargos eletivos.
Para a governadora, a participação dessas lideranças poderá compensar parte da ausência de Jair Bolsonaro e ajudar na construção de uma campanha com maior presença feminina.
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