Política

Uberaba é a primeira do Brasil com PPP de Energia Fotovoltaica

Consórcio Solares deve fazer investimento estimado de R$60 milhões em um ano


O Prefeito Paulo Piau assinou nesta quarta-feira (02) a ordem de serviço para implantação, operação, manutenção e gestão de usinas solares fotovoltaicas que atenderá a demanda energética da administração direta e indireta do Município. Com isso, Uberaba é a primeira cidade do Brasil com uma Parceria Público-Privada (PPP) de geração de energia fotovoltaica.

A proposta vencedora foi do Consórcio Solares, composto pelas empresas Sigma Engenharia Indústria e Comércio LTA, Mobit – Mobilidade, Iluminação e Tecnologia LTDA, Fiscal Tecnologia e Automação LTDA, Sitran – Sinalização de Trânsito Industrial LTDA, Selt Serviços de Engenharia LTDA, Innova Energy Serviços de Engenharia LTDA e Solarfast do Brasil LTDA.

Segundo o prefeito Paulo Piau, a assinatura da ordem de serviço é resultado de um trabalho iniciado em 2013, junto com a Fundação Getúlio Vargas. “Em 2013, praticamente ninguém falava de parceria público-privada no Brasil e Uberaba acreditou. É um processo muito difícil, pioneiro. No caso da iluminação pública não fomos à primeira, foi Belo Horizonte, mas na geração de energia fotovoltaica, Uberaba é a primeira do Brasil”, relatou o prefeito.

Chester Silva, representante do Consórcio Solares, destacou que o momento é um marco para a cidade. “Estamos muito felizes pela oportunidade de transformar Uberaba em uma referência no uso da energia renovável”, frisou.

O que Uberaba ganha com a PPP? Além do investimento inicial de 60 milhões de reais a ser feito pelo Consórcio Solares, a Prefeitura de Uberaba terá uma redução de 24% nos custos com energia elétrica. “Outra vantagem é que quando o processo estiver gerando e vendendo energia, 10% da receita operacional virá para Prefeitura, ou seja, a Prefeitura vai ser sócia, recebendo 10%, sem gastar um centavo”, relata o prefeito.

A concessão será pelo período de 26 anos incluída um ano para implantação do empreendimento e 25 anos de operação. Passando esse prazo, usinas solares fotovoltaicas passam a ser de propriedade do Município, como prevê o edital de licitação.

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