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Vigilância Sanitária intensifica fiscalização para a Semana Santa

Gerente de uma peixaria, Luís Mesquita destacou a importância da fiscalização: "Peixe sem procedência é meio caminho para o perigo" | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde

Objetivo é assegurar cumprimento de normas para venda de pescados; saiba como escolher e manusear o alimento


Por Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF), está executando, nesta semana, mais de 100 ações de fiscalização de estabelecimentos de comércio de pescados. Auditores visitam feiras, supermercados e lojas de rua para orientar, indicar melhorias e, se necessário, fazer apreensões ou até aplicar multas que variam de R$2 mil a R$ 1,5 milhão.

"Como é Semana Santa, os riscos são maiores, com mais venda de pescados; por isso estamos fazendo ações em todo o Distrito Federal", explicou o diretor de Vigilância Sanitária, André Godoy. Servidores dos 22 núcleos foram mobilizados para intensificar as fiscalizações, feitas sem aviso prévio.

Para a servidora pública Cibele Landim, 49, as inspeções são importantes. "Eu me sinto protegida", afirmou. "Quando um produto tem algum problema, prejudica a nossa saúde e acaba com a Páscoa da família". Ela estava nesta terça-feira (26) na Feira do Guará, onde uma equipe da Vigilância Sanitária visitou os quiosques que vendem pescados.

Boas condições

De acordo com os auditores, todos os pontos de vendas vistoriados nesta quarta-feira estavam em condições adequadas de funcionamento. Foram necessárias apenas orientações para a manutenção, manuseio e transparência para o cliente.

"Um camarão, por exemplo, não pode ser descongelado e vendido como se fosse fresco", exemplificou André Godoy. "Essa informação precisa estar clara para o consumidor". O descongelamento também não pode ser feito a temperatura ambiente, mas dentro de geladeiras.

Gerente de uma das lojas vistoriadas, Luís Mesquita lembrou que, mais que evitar multas ou apreensões, a ação garante a qualidade do produto a ser vendido. "Peixe sem procedência é meio caminho para o perigo", afirmou.

Mesquita contou que sua escolha tem sido priorizar fornecedores próximos, de Goiás ou do próprio DF. A cautela vai desde a pesca até a venda, com cuidados específicos no transporte, acondicionamento e na regulagem do freezer. "O peixe tem que ser bem tratado para seguir com excelência para o nosso cliente", ressaltou.

Arte: Agência Saúde

*Com informações da Secretaria de Saúde

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