Causa espanto como certos setores da
esquerda brasileira seguem tentando se sustentar por meio de narrativas
distorcidas. Em Brasília, onde se concentram os poderes da República,
não poderia ser diferente.
Afastada do protagonismo por grande parte do eleitorado do DF — como um organismo em fase terminal — a oposição enxergou nas revelações da Polícia Federal sobre a Operação Compliance Zero uma oportunidade para tentar evitar o seu próprio desgaste.
A tentativa mal-sucedida de aquisição de ativos do Banco Master pelo BRB, posteriormente vetada pelo Banco Central, virou o pretexto encontrado por partidos como PT e PSB para tentar manter algum fôlego político dentro do Distrito Federal.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT) e o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB), este último frequentemente lembrado como um dos governadores mais mal avaliados da história do DF, uniram forças para propor uma CPI do BRB.
Mas afinal, investigar o quê, se o Banco Central sequer autorizou a operação? O esquema financeiro que levou Daniel Vorcaro e outros sócios à prisão envolve figuras influentes da República, muitas delas ligadas ao PT (como mostra o gráfico produzido pela Folha de S. Paulo). Será que esses parlamentares teriam coragem de chamar seus próprios aliados para depor?
É evidente que essa movimentação política tem relação direta com a boa avaliação, com as entregas e com a popularidade do atual governo. Ibaneis Rocha, um advogado vindo de fora do ambiente tradicional da política, conseguiu construir a gestão mais bem avaliada da história do Distrito Federal.
É nítido que os ataques dos adversários de Ibaneis são frágeis, oportunistas e incapazes de convencer.
Tanto o governador Ibaneis quanto a vice, Celina Leão, lideram com folga as pesquisas de intenção de voto para 2026 — ele para o Senado e ela para o governo do DF.
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