A vice-governadora do Distrito
Federal, Celina Leão (PP), que se coloca como pré-candidata ao Palácio
do Buriti em 2026, reagiu de forma contundente às críticas feitas por
setores da esquerda após participar e cantar em eventos comemorativos.
No último domingo (14), durante a confraternização da Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP), Celina foi convidada pelo grupo de pagode Colinas do Samba a subir ao palco, surpreendendo e conquistando o público com sua performance musical.
“Quem disse que mulher não pode cantar? Mulher pode ser e fazer o que quiser”, afirmou Celina, em resposta direta aos que tentam questionar seu comportamento em momentos de lazer e interação social.
As críticas, majoritariamente vindas de opositores de esquerda, buscam associar a presença em festas à incompatibilidade com o exercício de um cargo público, desconsiderando que líderes políticos também são pessoas com vida cultural e social.
Conhecida pela vitalidade e pela conexão com a população, Celina Leão transformou o evento da ABBP em um momento de celebração e espontaneidade, reforçando sua imagem como uma liderança feminina firme e independente na política do Distrito Federal.
Ela simboliza um empoderamento feminino real: segura de si, verdadeira e sem se submeter a padrões impostos.
Celina aparece na liderança de pesquisas eleitorais recentes, alcançando
índices próximos de 50% em cenários sem candidatos inelegíveis, de
acordo com levantamentos de institutos como Paraná Pesquisas e Real Time
Big Data.
Esse desempenho não acontece por acaso. É resultado de uma gestão eficiente, da proximidade com a população e de uma postura prática que se contrapõe ao histórico de fracassos de adversários e de ex-governadores envolvidos em escândalos de corrupção.
Atacar uma mulher pública por cantar em eventos festivos, como ocorreu na confraternização da ABBP ao lado do grupo Colinas do Samba, nada mais é do que machismo mascarado de falso moralismo.
Como a própria Celina destacou: “Criticar uma mulher por cantar em uma festa é tentar aprisionar a alegria do povo. Eu canto, eu vivo e governo com o coração.”
Ela ainda completou: “A esquerda se perdeu e agora ataca aquilo que não consegue compreender: uma mulher livre, trabalhadora e que celebra a vida ao lado do povo.”
A trajetória de Celina Leão deixa uma mensagem clara para todas as mulheres: não se intimidem diante do preconceito, ocupem espaços com competência e alegria, e permitam que os resultados e o apoio popular falem mais alto que as críticas.
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