Bloquinho do Hospital Cidade do Sol leva samba, acolhimento e humanização a pacientes e colaboradores

  Ação promovida pelo IgesDF, com apoio do Projeto Humanizar, recebe a Escola de Samba Águia Imperial e transforma a rotina hospitalar em momento de alegria, integração e cuidado ampliado

O som do surdo, o ritmo do tamborim e a energia contagiante do samba tomaram conta dos corredores do Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em clima de Carnaval, o Bloquinho do HSol levou leveza e emoção a pacientes, acompanhantes e colaboradores, reforçando que o cuidado em saúde também pode ser promovido por meio da música, da cultura e do afeto.

A ação contou com a participação especial da Escola de Samba Águia Imperial da Ceilândia, que proporcionou uma tarde marcada por sorrisos, palmas e integração. A iniciativa integra as atividades do Projeto Humanizar, voltado ao fortalecimento da ambiência hospitalar e à ampliação do olhar sobre a assistência, reconhecendo o bem-estar emocional como parte essencial do cuidado.

Mais do que uma celebração, o Bloquinho simbolizou um gesto concreto de empatia. Em um ambiente onde muitos enfrentam dias desafiadores, a música atuou como ponte para o acolhimento, contribuindo para tornar a atmosfera mais leve e oferecendo um momento de esperança a quem está em tratamento.

“A humanização faz parte do nosso compromisso com cada paciente e cada família. Ver o hospital tomado por música e alegria é lembrar que estamos cuidando de pessoas, não apenas de diagnósticos. O Hospital Cidade do Sol é um espaço de assistência, mas também deve ser um espaço de acolhimento”, destaca a gerente do HSol, Júlia Gurgel.

A iniciativa também reforça o vínculo da unidade com a comunidade, ao aproximar a cultura popular do cotidiano hospitalar e fortalecer o sentimento de pertencimento. A presença da escola de samba foi recebida com entusiasmo, inclusive pelos profissionais que enfrentam rotinas intensas de trabalho.

Para o chefe do Núcleo de Enfermagem do HSol, José Leandro Bezerra Quêza, ações como essa impactam diretamente o ambiente assistencial.

“A enfermagem vive o dia a dia do paciente muito de perto. Quando promovemos momentos assim, conseguimos oferecer conforto emocional e renovar a energia dentro da unidade. Isso beneficia quem está internado, seus familiares e também os profissionais, que se sentem mais fortalecidos”, afirma.

Humanizar é enxergar além da doença

O Projeto Humanizar tem como propósito levar para dentro do hospital iniciativas que promovam acolhimento e cuidado ampliado, reconhecendo que a recuperação também passa pelo emocional. Quando o atendimento olha além da doença e enxerga a pessoa, o ambiente muda, a esperança ganha força e o processo se torna mais leve.

No Hospital Cidade do Sol, esse compromisso tem sido fortalecido com ações que valorizam o respeito, a escuta e a dignidade, criando uma rede de cuidado verdadeiro, onde cada paciente se sente visto e pertencente.

A gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do Instituto, Anucha Soares, ressalta que iniciativas como o Bloquinho do HSol evidenciam a importância de manter a humanização como eixo estruturante da assistência.

“Ações como essa reforçam nosso compromisso com um cuidado que vai além do atendimento clínico. Elas demonstram a relevância de uma equipe dedicada a olhar o paciente de forma integral, considerando o acolhimento e o aspecto emocional como parte do tratamento. Parabenizo a primeira-dama Mayara Noronha Rocha pela idealização do Humanizar, que tem contribuído para qualificar a experiência nas nossas unidades”, destaca.

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