Entidade alcança mais de quatro milhões e meio de pessoas, fortalece capacitação tecnológica e amplia inclusão no ecossistema de inovação
Em dois mil e vinte e cinco, a Softex consolidou sua posição como uma das principais articuladoras do ecossistema brasileiro de inovação, ampliando o alcance de programas voltados à capacitação profissional, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e internacionalização de empresas. Ao longo do ano, as iniciativas da entidade impactaram mais de quatro milhões e quinhentas mil pessoas em todo o PAÍS.
Os resultados refletem a atuação estratégica da Softex em áreas consideradas centrais para a competitividade nacional. Na frente de capacitação tecnológica, trezentas e oitenta e três mil pessoas foram qualificadas em temas como inteligência artificial, desenvolvimento de software, microeletrônica e sistemas embarcados. Já no apoio ao empreendedorismo inovador, duas mil cento e vinte e três empresas e mil setecentas e vinte e seis startups receberam suporte por meio de programas de aceleração, mentoria e acesso a mercados.
A presença institucional da entidade também ganhou destaque no debate público sobre tecnologia e desenvolvimento. Em dois mil e vinte e cinco, mais de mil quinhentas e cinquenta e cinco matérias e publicações na mídia citaram estudos e análises produzidos pela Softex, reforçando seu papel como referência técnica e estratégica no setor de tecnologia da informação e comunicação.

Segundo o presidente da Softex, Christian Tadeu, os resultados são fruto de uma atuação integrada. “A consolidação da Softex como vetor nacional da inovação é resultado direto de uma junção que funcionou: liderança compartilhada, visão estratégica e parceria com todo o ecossistema. É assim que transformamos tecnologia em desenvolvimento para o BRASIL”, afirmou. Ele também destacou a sinergia com o vice-presidente executivo da entidade, Diônes Lima.
No eixo ambiental, social e de governança, a Softex manteve foco em inclusão, diversidade e desenvolvimento sustentável. As ações voltadas ao empoderamento feminino beneficiaram mais de seiscentas e três mil mulheres, enquanto a própria estrutura da entidade registrou sessenta e um por cento de mulheres em cargos de liderança. Programas de inclusão social, como o FAST, alcançaram sessenta e sete por cento de pessoas pretas e pardas entre os participantes.
O compromisso com a inclusão também se traduz em histórias concretas. Um dos destaques do ano foi a trajetória de Carlos Daniel, aluno do programa Embarcatech, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação coordenada pela Softex e realizada no campus de Currais Novos do Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Nascido com artrogripose múltipla congênita, ele encontrou na tecnologia um caminho de autonomia e projeção profissional, com o objetivo de desenvolver soluções acessíveis voltadas a pessoas com deficiência.
Atuação regional e internacional
A atuação da Softex se estendeu de Norte a Sul do PAÍS, com destaque para a região amazônica. Em dois mil e vinte e cinco, a entidade esteve presente em cinco estados da Amazônia, promovendo desenvolvimento sustentável, geração de emprego e formação de talentos. O programa Softex Amazônia resultou na criação de mais de quatrocentos empregos e na capacitação de mil cento e dezoito pessoas.
Entre os programas prioritários, as ações de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação capacitaram mais de cento e vinte e quatro mil pessoas, enquanto o Observatório Softex publicou vinte e quatro estudos estratégicos. Na área de inteligência artificial, o programa IA² MCTI apoiou trinta e cinco projetos, que resultaram na aplicação de cento e cinquenta e um temas em soluções baseadas em IA.
No cenário internacional, a internacionalização de empresas brasileiras de tecnologia avançou por meio do programa Brasil IT+, realizado em parceria com a ApexBrasil. As empresas apoiadas alcançaram quatrocentos milhões de dólares em exportações e mais de sete milhões e duzentos mil dólares em negócios gerados ou projetados. Já a Escola do Trabalhador superou a marca de dois milhões de inscritos, com a oferta de cento e noventa cursos gratuitos.
Outras iniciativas reforçaram o impacto da entidade ao longo do ano. O programa Qualifica Impacto fortaleceu quatrocentos e cinquenta pequenos negócios, enquanto o MPS.BR realizou novecentas e noventa e uma avaliações, contribuindo para a melhoria de processos e a competitividade de empresas de software.
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