Índice medido pelo Banco Central mostra que o estado registrou alta de 4,4% na atividade econômica no ano de 2025. Resultado é o melhor entre as unidades da federação e supera a média nacional
A economia goiana, que tem acumulado avanços na produção, geração de emprego e investimentos públicos, alcançou a primeira colocação entre os estados brasileiros no Índice de Atividade Econômica (IBCR), divulgado pelo Banco Central na última quarta-feira (25/2). No acumulado de 2025, Goiás obteve alta de 4,4%, o melhor resultado no país, juntamente com o estado do Pará.
O IBCR é composto por indicadores de grandes setores, como agropecuária, indústria e serviços, e é utilizado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Além do bom resultado para o ano, Goiás soma 17 meses seguidos de crescimento, sempre com resultado melhor do que no mesmo mês do ano anterior. Também supera a média nacional para o período de 2025, que foi de 2,5%.
Para o governador Ronaldo Caiado, os números demonstram o protagonismo de Goiás no cenário econômico nacional. “Esse resultado atesta a competitividade do nosso estado e a consolidação de Goiás como o estado que mais cresce no Brasil. Vencemos as dificuldades iniciais e, nos últimos anos, a solidez da nossa economia tem se transformado em mais emprego, renda e qualidade de vida para os goianos”, afirmou.
Outras análises
Na comparação do IBCR interanual de dezembro de 2025 com dezembro de 2024, Goiás apresentou expansão de 3,4%, o quinto melhor desempenho entre as unidades da federação, superando a média nacional, que foi de 3,1%. Já na variação mensal com ajuste sazonal (dezembro de 2025 frente a novembro de 2025), o estado avançou 0,2%, enquanto o Brasil registrou retração de 0,2%. Também nesse recorte, Goiás ocupou a quinta posição no ranking nacional.
Taxa de desocupação
Em relação ao mercado de trabalho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, recentemente, que a taxa de desocupação em Goiás no ano de 2025 foi de 4,6%, a menor desde o início da série histórica, em 2012. O maior valor foi registrado em 2020, ano em teve início da pandemia de Covid-19: 13,2%.
Fotos: Secom
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