O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) voltou a se posicionar no caso envolvendo o BRB e revogou a liminar que impedia o banco de utilizar terrenos públicos como garantia, medida considerada essencial para evitar uma possível intervenção do Banco Central.
Após a decisão, chamou atenção a ausência de manifestações de Rodrigo Rollemberg (PSB), Cristóvão Buarque (Cidadania) e Ricardo Cappelli (PSB), que haviam apoiado a ação judicial.
Não houve publicações em redes sociais, declarações públicas ou críticas à decisão do desembargador Roberval Belinati, responsável por anular a medida anteriormente concedida pela 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal.
A ação movida pelos três foi interpretada por críticos como tendo caráter político e pouca consistência jurídica, tendo perdido efeito em menos de um dia.
Rollemberg, ex-governador do Distrito Federal, esteve à frente da iniciativa, que questionava a legalidade do uso dos ativos pelo BRB.
Segundo análises contrárias à ação, o objetivo seria gerar repercussão pública e colocar em risco a estabilidade da instituição financeira, o que poderia impactar diretamente seus funcionários.
Com a nova decisão, o TJDFT restabeleceu a situação anterior e encerrou, ao menos por ora, os efeitos da medida judicial, reforçando o entendimento técnico sobre o caso.
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