A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (AELO-TAP) foi reconduzida para compor, no biênio 2027/2028, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental (CODEMA) de Uberlândia, tendo Rodrigo Segantini do Nascimento como conselheiro titular e Fernando Menezes Belchior e Heula Senhorinha Tristão Carlos como conselheiros suplentes. A renovação da cadeira ocupada pela entidade garante a continuidade da representação do setor de desenvolvimento urbano em um dos principais fóruns de discussão sobre planejamento, sustentabilidade e políticas ambientais do município.
A permanência da AELO-TAP no
conselho reforça a participação do segmento nas decisões e debates relacionados
ao crescimento da cidade, permitindo que a entidade siga contribuindo com
análises técnicas e propostas voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável.
Órgão colegiado de caráter
consultivo e deliberativo, o CODEMA reúne representantes do poder público e da
sociedade civil para discutir temas estratégicos ligados ao meio ambiente e ao
desenvolvimento sustentável de Uberlândia. Entre suas atribuições estão a
avaliação de políticas ambientais, o acompanhamento de projetos e a proposição
de ações que contribuam para o equilíbrio entre crescimento econômico e
preservação ambiental.
Para o presidente da AELO-TAP e
conselheiro titular no CODEMA, Rodrigo Segantini do Nascimento, a recondução da
entidade como membro eletivo do conselho representa a continuidade de um
trabalho construído ao longo dos últimos anos e reforça o compromisso da
associação com o desenvolvimento planejado da cidade.
“A renovação da nossa
participação no CODEMA reafirma a importância do diálogo entre os diferentes
setores que ajudam a construir o futuro de Uberlândia. Seguiremos contribuindo
de forma técnica e responsável para as discussões do conselho, defendendo iniciativas
que promovam o desenvolvimento urbano sustentável, com equilíbrio entre
crescimento econômico, preservação ambiental e qualidade de vida para a
população”, diz Rodrigo Segantini do Nascimento.

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