Zé Humberto pretende apresentar uma proposta para ampliar os investimentos federais em prevenção de acidentes e segurança viária
Foto: Marcelo Oliveira.

A medida deverá reunir ações de educação, sinalização, fiscalização e melhoria da infraestrutura das vias.
O programa permitiria que estados, municípios e o Distrito Federal apresentassem projetos para receber recursos destinados à implantação de faixas de pedestres, semáforos, iluminação, ciclovias e equipamentos de redução de velocidade.
“Cada acidente evitado significa uma família preservada. Segurança no trânsito precisa ser uma política pública permanente, e não apenas uma campanha realizada em determinadas épocas do ano”, afirma Zé Humberto.
As intervenções deverão ser definidas com base em informações sobre os locais com maior número de acidentes, fluxo de veículos, circulação de pedestres e condições das vias.
A proposta também prevê ações educativas nas escolas, com conteúdos adequados às diferentes faixas etárias.
Zé Humberto defende que os resultados sejam divulgados publicamente. “A população precisa saber onde o dinheiro foi aplicado e se o número de acidentes realmente diminuiu. Todo investimento deve ter uma meta e um resultado que possa ser acompanhado”, declara.
O programa permitiria que estados, municípios e o Distrito Federal apresentassem projetos para receber recursos destinados à implantação de faixas de pedestres, semáforos, iluminação, ciclovias e equipamentos de redução de velocidade.
“Cada acidente evitado significa uma família preservada. Segurança no trânsito precisa ser uma política pública permanente, e não apenas uma campanha realizada em determinadas épocas do ano”, afirma Zé Humberto.
As intervenções deverão ser definidas com base em informações sobre os locais com maior número de acidentes, fluxo de veículos, circulação de pedestres e condições das vias.
A proposta também prevê ações educativas nas escolas, com conteúdos adequados às diferentes faixas etárias.
Zé Humberto defende que os resultados sejam divulgados publicamente. “A população precisa saber onde o dinheiro foi aplicado e se o número de acidentes realmente diminuiu. Todo investimento deve ter uma meta e um resultado que possa ser acompanhado”, declara.
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