Duas mulheres, a mesma QNN 4 e uma história que se encontra

Duas mulheres. A mesma Ceilândia. A mesma QNN 4. E uma trajetória marcada pelo cuidado com pessoas.


De um lado, Michelle Bolsonaro, candidata do PL ao Senado pelo Distrito Federal, cuja história de vida está ligada à Ceilândia. Reportagens registram que Michelle viveu em uma casa de fundos na QNN 4, na Guariroba, durante sua juventude. 

Do outro, Lucineide Araújo, a Tia Lu, ativista social e candidata a deputada distrital pelo Democracia Cristã (DC), número 27.727. Segundo a trajetória apresentada por Tia Lu, ela também viveu na QNN 4, na mesma quadra, e teve uma história de vida marcada pela simplicidade de uma casa de fundos.

Duas mulheres que partiram de uma realidade semelhante, em uma Ceilândia que faz parte de suas histórias pessoais.

Michelle disputa uma vaga no Senado. Tia Lu estreia em uma eleição para deputada distrital. São partidos e cargos diferentes, mas suas histórias se encontram em um ponto: a ligação com Ceilândia e o trabalho voltado às pessoas, às famílias, às mulheres e às crianças.

Em 2026, essa proximidade ganhou uma imagem que passou a circular nas redes: duas mulheres da mesma terra, da mesma quadra e de histórias que começaram em casas simples, lado a lado.

Ceilândia é mais do que um endereço. É memória, identidade e história.

E essa imagem passou a ser apresentada como uma possível dobradinha eleitoral: Michelle para o Senado e Tia Lu para deputada distrital.

Duas mulheres. Duas histórias. Uma terra abençoada. Duas trajetórias que se encontram na mesma Ceilândia.

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