Candidato apresentou propostas para geração de empregos, logística, indústria, agronegócio, pequenos negócios e infraestrutura em sabatina do setor produtivo

O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo participou do Diálogos com o Setor Produtivo defendendo maior presença das entidades empresariais na elaboração das políticas públicas e um Estado voltado à criação de condições para investimentos, geração de emprego e desenvolvimento econômico.
Na exposição inicial, Kiko colocou empresários e entidades representativas no centro de sua proposta.
“As políticas têm que passar necessariamente por vocês. São vocês que têm a ousadia de arriscar o patrimônio. São os senhores que geram emprego, são os senhores que pagam impostos, são os senhores que geram desenvolvimento econômico e social”, declarou.
“Então é com os senhores que a gente tem que construir o futuro do DF”, acrescentou.
O candidato também defendeu o emprego como instrumento de inclusão social. “Não há programa social mais efetivo que o trabalho. Isso dignifica a pessoa humana”, afirmou.
Para ele, o papel do governo deve mudar. “Nós não podemos ter mais o Estado como um grande indutor de emprego. O Estado tem que ser um indutor de desenvolvimento”, disse.
Economia criativa
O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, defendeu a utilização da economia criativa como ferramenta de revitalização urbana e geração de oportunidades.
“Nós temos um projeto que foi construído junto com a Universidade Católica, que é transformar o Setor Comercial Sul em polo de economia criativa e tecnológico do Distrito Federal”, afirmou.
Segundo José Aparecido, “a economia criativa movimenta 52 setores da economia” e pode contribuir também para o desenvolvimento do turismo.
Durante a rodada com Kiko, representantes empresariais também destacaram o potencial de aplicar esse modelo em outras áreas do DF, incluindo Taguatinga, como forma de estimular emprego e renda.
Pequenos negócios
O presidente da CDL-DF, Eduardo Pereira Rodrigues Neto, colocou no debate as dificuldades enfrentadas pelo pequeno comércio.
Rodrigues chamou atenção para a necessidade de proteger a competitividade dos pequenos estabelecimentos. “O pequeno varejista vai vender para quem?”, questionou.
Ele explicou que a reivindicação não é impedir outros modelos de comércio. “Eu não estou aqui pedindo para acabar com atacado. Eu estou pedindo para criar regras para que o varejo consiga sobreviver”, afirmou.
O tema se relacionou à defesa feita por Kiko de redução de entraves à iniciativa privada e de um governo mais voltado a facilitar a atividade econômica.
Indústria e atração de investimentos
O presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, defendeu maior protagonismo da indústria na economia do Distrito Federal.
A federação apresentou aos candidatos uma proposta de criação de uma agência de investimentos com participação direta do setor industrial, voltada à atração de novas empresas e ao desenvolvimento de cadeias produtivas estratégicas.
A entidade também sustentou a necessidade de modificar a matriz econômica local, fortalecendo a indústria como instrumento de geração de emprego e riqueza.
Kiko, por sua vez, afirmou que pretende pensar o desenvolvimento em perspectiva de longo prazo. “Nós estamos projetando o DF para os próximos 30 anos”, declarou.
Agronegócio
O presidente da Fape-DF e do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF, Fernando Cezar Ribeiro, destacou o peso econômico da produção rural do Distrito Federal.
“Brasília é a capital da esperança. Com certeza é e sempre vai ser a capital da esperança”, afirmou.
Fernando ressaltou que o setor agrícola avançou significativamente desde a criação da capital. “Eu acho que o Distrito Federal avançou muito mais do que um cinturão verde. Hoje o agronegócio é pujante”, disse.
O dirigente também citou a movimentação econômica da AgroBrasília.
“Em matéria de negócio são 5 bilhões. Não estou falando milhões, não, estou falando 5 bilhões de negócios que se traz aqui para Brasília”, declarou.
Kiko defendeu regularização fundiária, segurança jurídica e combate a novas ocupações irregulares como condições para ampliar investimentos.
Mobilidade e transporte
O presidente da Fenatac, Paulo Afonso Lustosa, avaliou positivamente pontos apresentados por Kiko durante a discussão sobre infraestrutura.
“Eu considero as respostas do senhor plenamente de acordo”, afirmou ao iniciar suas considerações.
Kiko defendeu aproveitar a localização central de Brasília para transformar o DF em um polo logístico.
“Nós temos no nosso plano previsão de um aeroporto de cargas, trazer a ferrovia de cargas para cá, fazer o anel viário e estimular a vinda de novas empresas para cá”, afirmou.
Faci discute mobilidade e descentralização
O presidente da Faci-DF, Manoel Valdeci Machado Elias, também participou do debate sobre mobilidade e infraestrutura.
A discussão abordou a concentração dos deslocamentos no Distrito Federal e a necessidade de distribuir melhor empregos, escolas, serviços e atividades econômicas pelas regiões administrativas.
Durante o encontro, a avaliação apresentada foi de que “não existe uma fórmula mágica, mas uma conjugação de esforços para que o trânsito de Brasília volte a fluir e a gente volte a ter uma mobilidade como foi planejada essa cidade”. Na sequência, Manoel Valdeci foi chamado a fazer as considerações da Faci sobre o tema.
Em outra manifestação durante o evento, Valdeci sintetizou a reivindicação das entidades empresariais: “O setor produtivo não aguenta mais ser coadjuvante. O setor produtivo necessita ser ouvido pelo governo”.
Diálogo permanente
Ao encerrar a sabatina, Kiko prometeu estabelecer uma relação permanente entre o governo e as entidades empresariais caso seja eleito.
“Eu acho que esses diálogos têm que ser permanentes. No meu governo, o Sistema S, as federações patronais terão acesso franqueado permanente no gabinete do governador”, afirmou.
“Eu quero ser parceiro de todos vocês”, completou.
A declaração reforçou um dos principais pontos defendidos pelo candidato durante o encontro: ampliar a participação dos setores de comércio, indústria, serviços, transportes, agronegócio e pequenos negócios na construção das políticas de desenvolvimento econômico do Distrito Federal.

Foto: Pedro Sanots
O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo participou do Diálogos com o Setor Produtivo defendendo maior presença das entidades empresariais na elaboração das políticas públicas e um Estado voltado à criação de condições para investimentos, geração de emprego e desenvolvimento econômico.
Na exposição inicial, Kiko colocou empresários e entidades representativas no centro de sua proposta.
“As políticas têm que passar necessariamente por vocês. São vocês que têm a ousadia de arriscar o patrimônio. São os senhores que geram emprego, são os senhores que pagam impostos, são os senhores que geram desenvolvimento econômico e social”, declarou.
“Então é com os senhores que a gente tem que construir o futuro do DF”, acrescentou.
O candidato também defendeu o emprego como instrumento de inclusão social. “Não há programa social mais efetivo que o trabalho. Isso dignifica a pessoa humana”, afirmou.
Para ele, o papel do governo deve mudar. “Nós não podemos ter mais o Estado como um grande indutor de emprego. O Estado tem que ser um indutor de desenvolvimento”, disse.
Economia criativa
O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, defendeu a utilização da economia criativa como ferramenta de revitalização urbana e geração de oportunidades.
“Nós temos um projeto que foi construído junto com a Universidade Católica, que é transformar o Setor Comercial Sul em polo de economia criativa e tecnológico do Distrito Federal”, afirmou.
Segundo José Aparecido, “a economia criativa movimenta 52 setores da economia” e pode contribuir também para o desenvolvimento do turismo.
Durante a rodada com Kiko, representantes empresariais também destacaram o potencial de aplicar esse modelo em outras áreas do DF, incluindo Taguatinga, como forma de estimular emprego e renda.
Pequenos negócios
O presidente da CDL-DF, Eduardo Pereira Rodrigues Neto, colocou no debate as dificuldades enfrentadas pelo pequeno comércio.
Rodrigues chamou atenção para a necessidade de proteger a competitividade dos pequenos estabelecimentos. “O pequeno varejista vai vender para quem?”, questionou.
Ele explicou que a reivindicação não é impedir outros modelos de comércio. “Eu não estou aqui pedindo para acabar com atacado. Eu estou pedindo para criar regras para que o varejo consiga sobreviver”, afirmou.
O tema se relacionou à defesa feita por Kiko de redução de entraves à iniciativa privada e de um governo mais voltado a facilitar a atividade econômica.
Indústria e atração de investimentos
O presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, defendeu maior protagonismo da indústria na economia do Distrito Federal.
A federação apresentou aos candidatos uma proposta de criação de uma agência de investimentos com participação direta do setor industrial, voltada à atração de novas empresas e ao desenvolvimento de cadeias produtivas estratégicas.
A entidade também sustentou a necessidade de modificar a matriz econômica local, fortalecendo a indústria como instrumento de geração de emprego e riqueza.
Kiko, por sua vez, afirmou que pretende pensar o desenvolvimento em perspectiva de longo prazo. “Nós estamos projetando o DF para os próximos 30 anos”, declarou.
Agronegócio
O presidente da Fape-DF e do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF, Fernando Cezar Ribeiro, destacou o peso econômico da produção rural do Distrito Federal.
“Brasília é a capital da esperança. Com certeza é e sempre vai ser a capital da esperança”, afirmou.
Fernando ressaltou que o setor agrícola avançou significativamente desde a criação da capital. “Eu acho que o Distrito Federal avançou muito mais do que um cinturão verde. Hoje o agronegócio é pujante”, disse.
O dirigente também citou a movimentação econômica da AgroBrasília.
“Em matéria de negócio são 5 bilhões. Não estou falando milhões, não, estou falando 5 bilhões de negócios que se traz aqui para Brasília”, declarou.
Kiko defendeu regularização fundiária, segurança jurídica e combate a novas ocupações irregulares como condições para ampliar investimentos.
Mobilidade e transporte
O presidente da Fenatac, Paulo Afonso Lustosa, avaliou positivamente pontos apresentados por Kiko durante a discussão sobre infraestrutura.
“Eu considero as respostas do senhor plenamente de acordo”, afirmou ao iniciar suas considerações.
Kiko defendeu aproveitar a localização central de Brasília para transformar o DF em um polo logístico.
“Nós temos no nosso plano previsão de um aeroporto de cargas, trazer a ferrovia de cargas para cá, fazer o anel viário e estimular a vinda de novas empresas para cá”, afirmou.
Faci discute mobilidade e descentralização
O presidente da Faci-DF, Manoel Valdeci Machado Elias, também participou do debate sobre mobilidade e infraestrutura.
A discussão abordou a concentração dos deslocamentos no Distrito Federal e a necessidade de distribuir melhor empregos, escolas, serviços e atividades econômicas pelas regiões administrativas.
Durante o encontro, a avaliação apresentada foi de que “não existe uma fórmula mágica, mas uma conjugação de esforços para que o trânsito de Brasília volte a fluir e a gente volte a ter uma mobilidade como foi planejada essa cidade”. Na sequência, Manoel Valdeci foi chamado a fazer as considerações da Faci sobre o tema.
Em outra manifestação durante o evento, Valdeci sintetizou a reivindicação das entidades empresariais: “O setor produtivo não aguenta mais ser coadjuvante. O setor produtivo necessita ser ouvido pelo governo”.
Diálogo permanente
Ao encerrar a sabatina, Kiko prometeu estabelecer uma relação permanente entre o governo e as entidades empresariais caso seja eleito.
“Eu acho que esses diálogos têm que ser permanentes. No meu governo, o Sistema S, as federações patronais terão acesso franqueado permanente no gabinete do governador”, afirmou.
“Eu quero ser parceiro de todos vocês”, completou.
A declaração reforçou um dos principais pontos defendidos pelo candidato durante o encontro: ampliar a participação dos setores de comércio, indústria, serviços, transportes, agronegócio e pequenos negócios na construção das políticas de desenvolvimento econômico do Distrito Federal.
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