Dependência de sistemas digitais aumenta necessidade de planejamento para manter atividades essenciais mesmo diante de indisponibilidades.
A crescente dependência da tecnologia trouxe um novo ponto de atenção para os escritórios de advocacia: como manter as atividades essenciais quando um sistema ou recurso tecnológico apresenta uma falha?
E-mail, sistemas de gestão jurídica, armazenamento de documentos e conectividade fazem parte da rotina dos profissionais do setor. Uma indisponibilidade nesses recursos pode dificultar o acesso a informações, interromper processos internos e afetar o atendimento aos clientes.
Para a Pro Advanced, a continuidade operacional deve ser planejada antes que um incidente aconteça.
“Identificar os sistemas críticos e definir previamente como a operação será recuperada são etapas importantes para reduzir os impactos de uma indisponibilidade”, explica a empresa.
Entre as medidas estão a identificação dos recursos essenciais, a estruturação de uma estratégia de backup jurídico, o monitoramento da infraestrutura e a definição de procedimentos para recuperação de sistemas e dados.
A preparação também deve considerar possíveis incidentes de segurança da informação jurídica. Ataques, comprometimento de sistemas ou outros eventos de segurança podem afetar não apenas a proteção das informações, mas também a disponibilidade dos recursos utilizados pelo escritório.
Por isso, segurança e continuidade operacional precisam ser tratadas de forma integrada.
Na avaliação da Pro Advanced, uma infraestrutura tecnológica acompanhada de forma preventiva permite que os escritórios estejam mais preparados para responder a falhas e reduzir interrupções em suas atividades.
Em um setor no qual documentos, sistemas e prazos fazem parte da rotina, planejar a continuidade da operação deixa de ser apenas uma medida técnica e passa a integrar a gestão do próprio escritório.
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