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Cirurgias robóticas: Saiba como a tecnologia beneficia pacientes e cirurgiões

          



 

Hospital Brasília atinge marca de 1.500 cirurgias realizadas com tecnologia que proporciona menos dor e complicações pós-cirúrgicas aos pacientes e mais segurança para cirurgiões 

 

Um dos mais importantes avanços na área de saúde, a tecnologia de cirurgia robótica é minimamente invasiva, diminui o tempo de internação hospitalar, é menos dolorosa e oferece menos riscos de infecções, entre outras complicações pós-operatórias. Indo além das vantagens para os pacientes, os benefícios da tecnologia se estendem também aos profissionais que realizam cirurgias. De acordo com o Dr. Fransber Rodrigues, urologista e coordenador do Centro de Robótica do Hospital Brasília – marca que pertence à Dasa, maior rede de saúde integrada do país –, a tecnologia permite uma atuação mais precisa e segura ao cirurgião.  

“Com a plataforma robótica, o cirurgião oferece ao paciente maior qualidade no procedimento, com menos dor, menos riscos de complicações e com a garantia ao paciente de um retorno mais rápido para suas atividades cotidianas”, avalia o especialista. “Realizar cirurgias com maior segurança é outro benefício, pois operamos com maior confiança em determinados casos. Há também a vantagem ergonômica, pois o cirurgião se cansa menos ao realizar procedimentos longos e complexos. Então, a tecnologia aumenta a qualidade de vida do paciente e do profissional”, completa o Dr. Fransber.  

A cirurgia robótica é praticada no Hospital Brasília desde 2018 por meio da plataforma Da Vinci. Ela é utilizada para diversos fins, como transplantes de rins, cirurgia bariátrica, retirada de tumor na próstata ou intestino, endometriose e histerectomia. Consolidando-se como referência no Centro-Oeste e Distrito Federal em tratamentos de alta complexidade, o Hospital Brasília comemorou em abril deste ano a marca de 1.500 cirurgias robóticas realizadas.   

O Dr. Leonardo Lauand, urologista do Hospital Brasília, foi responsável pela cirurgia robótica de número 1.500. Ele conduziu uma prostatectomia radical, que retira por completo o tumor característico do câncer de próstata. O procedimento durou menos de 2h e o paciente teve alta já no dia seguinte. “A tecnologia proporciona diminuição do sangramento durante a operação e a incisão cirúrgica é menor. Além disso, no caso da prostatectomia, o paciente sente menos dor no pós-operatório e pode contar com uma recuperação mais consistente da continência urinária e função sexual”, explica o urologista.  

O Dr. Fransber acrescenta ainda que os cirurgiões devem ter o treinamento adequado para operar a plataforma robótica e assim obter as vantagens da tecnologia, o que se reflete nas 1.500 cirurgias realizadas na unidade de saúde. “Essa marca revela o amadurecimento e experiência do corpo de enfermagem, das equipes de engenharia e tecnologia e, sobretudo, dos cirurgiões. Significa também o alcance de resultados melhores para quem mais importa, que é o paciente. Quanto maior o volume do uso da tecnologia, mais se consegue aproveitá-la de forma eficiente”, destaca o médico. 



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