Unimed Federação Centro Brasileira promove palestra sobre boas práticas da redação empresarial





Jornalista convidado falou aos colaboradores sobre como escrever com mais clareza e objetividade 



Redação Empresarial foi o tema da palestra que o jornalista e escritor Luiz Augusto Araújo ministrou nesta terça-feira, 30, para colaboradores da Unimed Federação Centro Brasileira. Realizada durante o período da manhã, na sede da Federação, a palestra foi organizada, em parceria com o Sescoop/GO, para atender a uma demanda da equipe.



As pesquisas de clima da Federação mostraram a necessidade de aprimorar a escrita dos materiais, como relatou a analista de Desenvolvimento Humano Organizacional, Thaynara Paola. “A redação empresarial costuma aparecer nos levantamentos entre os colaboradores e, como está na base do cooperativismo, nós investimos na formação e informação”, acrescentou ela. 



O primeiro tópico abordado por Luiz Augusto mostrou que, para comunicar, é fundamental estabelecer a finalidade da mensagem e o público que a receberá. “Eu preciso ter algo a dizer, alguém para quem destinar e adaptar minha comunicação, sabendo a melhor forma de fazer isso. Também é importante ter uma comunicação assertiva e com embasamento”, esclareceu.



Para o especialista, mais do que falar algo, é necessário saber como dizer. A partir disso, é possível encaixar a mensagem em algum dos tipos de redação empresarial: instrutiva, persuasiva ou informativa. 



No entanto, para todas as formas, a clareza e a objetividade devem estar presentes. “Na redação empresarial, você precisa ser o mais claro possível para os diversos públicos. Não há espaço para textos rebuscados e longos. Objetividade, clareza e concisão são essenciais”, afirmou o jornalista.



Os participantes conferiram exemplos de e-mails, comunicados e outros tipos de informativos. Também puderam criar seus próprios modelos e apresentar sugestões de construções textuais. 




Luiz Augusto frisou ainda que, antes da comunicação ser realizada, é preciso se preparar. “Antes de colocar as ideias no papel, pense no objetivo, na linguagem mais acessível, com frases curtas e diretas, além de informações confiáveis. Você será como um artesão, com o trabalho de juntar as palavras da melhor forma”, resumiu.

 


 

Ele também alertou que é preciso atenção à forma como a pessoa deseja receber a mensagem. Alguns ainda preferem o e-mail, outros mensagens de voz ou telefone, por exemplo. O ideal é adequar a mensagem ao canal e formato que mais agrada o receptor. 


(Texto | Fotos: Ana Laura Seibert / Rosane Rodrigues da Cunha)

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