O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) lidera o ranking de aprovação entre os chefes dos dez estados pesquisados pela Genial/Quaest nas últimas duas semanas.
Os levantamentos divulgados pelo instituto mostram que Goiás tem o maior índice de aprovação da gestão estadual no período analisado, enquanto o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) apresenta o pior resultado.
Além de medir a aprovação e a avaliação dos governos, a pesquisa questionou se os eleitores consideram que os governadores merecem reeleição ou a continuidade de seus projetos por meio de sucessores. Nesse quesito, Caiado também ocupa a primeira posição, enquanto Castro aparece no outro extremo do levantamento.
Ao todo, a Genial/Quaest realizou 11.646 entrevistas domiciliares com eleitores de dez estados entre 21 e 28 de julho.
Em Goiás, Caiado alcançou 87% de aprovação. Outros 7% desaprovam sua gestão, e 6% não responderam. Na sequência aparecem Ratinho Júnior, aprovado por 81% dos paranaenses, e Raquel Lyra, que registra 68% de avaliação favorável em Pernambuco.
No Rio de Janeiro, Cláudio Castro teve 54% de desaprovação. Ele foi o único gestor entre os avaliados a registrar mais menções negativas do que positivas. Caiado também lidera o indicador de avaliação da gestão, com 72% de opiniões positivas.
A pesquisa ainda perguntou se os governadores merecem ser reeleitos ou fazer sucessores. Caiado e Ratinho Júnior foram os melhores avaliados nesse ponto. Ambos já completaram dois mandatos e trabalham pela eleição de seus candidatos: Daniel Vilela (MDB), em Goiás, e Sandro Alex (PSD), no Paraná.
Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro são os dois estados em que a maioria dos entrevistados rejeita a continuidade das administrações anteriores. Para 51% dos gaúchos, Eduardo Leite (PSD) não deveria ser sucedido por Gabriel Souza (MDB). No Rio de Janeiro, 64% afirmam que Douglas Ruas (PL), candidato ligado a Cláudio Castro, não merece vencer a eleição.
Metodologia
A pesquisa ouviu eleitores em dez estados, com nível de confiança de 95%. As margens de erro variam de dois a três pontos percentuais, conforme o estado.
- Rio de Janeiro: 1.200 entrevistas, de 21 a 25 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro RJ-02671/2026.
- Pará: 900 entrevistas, de 21 a 25 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro PA-04548/2026.
- Paraná: 1.104 entrevistas, de 21 a 25 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro PR-04818/2026.
- Minas Gerais: 1.482 entrevistas, de 22 a 26 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro MG-03490/2026.
- Pernambuco: 900 entrevistas, de 22 a 26 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro PE-09649/2026.
- São Paulo: 1.650 entrevistas, de 23 a 27 de julho; margem de erro de 2 pontos; registro SP-04846/2026.
- Bahia: 1.200 entrevistas, de 23 a 27 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro BA-02331/2026.
- Rio Grande do Sul: 1.104 entrevistas, de 24 a 28 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro RS-04790/2026.
- Ceará: 1.002 entrevistas, de 24 a 28 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro CE-09277/2026.
- Goiás: 1.104 entrevistas, de 24 a 28 de julho; margem de erro de 3 pontos; registro GO-01701/2026.
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